(Outubro.)
Um dia conheci-vos...
Em jantares, momentos, dias, noites que se fizeram manhãs...
Conheci-vos, e pensei...possas..em pouco tempo, elas são-me tudo...sei que nunca nos vamos afastar...sei que nunca vou fazer sofrer nenhuma delas.Sei que sempre lhes vou dar tudo de mim.Elas preocupam-se, entendem-me, protegem-me...ajudam-me...E nunca me deixam.
São as melhores... mas...quebrei as promessas todas que me fiz a mim...Por culpa minha, afastámo-nos...Apanharam-me o ano mais dificil de sempre, apanharam-me na maior confusão que foi a minha vida, que foi a minha cabeça...E isso transtornou-me, fiz o que não queria ter feito...não fui verdadeira convosco em alguns momentos. não sabia como lidar
com as coisas..não cresci quando tinha de crescer.E de certa, perdi-vos pela minha falta de atitude!Pela minha irresponsabilidade! E pela minha falta de bom senso...Perdi-vos, dando-vos a ideia errada de que são só umas simples amigas...Provavelmente vocês não sabem...Mas são mais do que as irmãs que eu nunca tive..Especiais em maneiras diferentes... Mas são tudo.
Culpando-me de novo...porque, a única culpada fui eu.Escrevi isto como num desabafo...mas não sei mais como vos hei-de pedir desculpas...não sei o que fazer para me perdoarem...E não são estas palavras, que vos vão trazer de volta..ou que vai mudar alguma coisa...não as escrevi com essa intenção.Dei por mim a ler papelinhos que escrevíamos umas as outras nos nossos jantares =)
Relembrando os momentos com muita saudade...
Maria, desculpa-me se em alguma situação, me descontrolei e te faltei ao respeito...Tudo o que te disse foi da boca para
fora...E apesar de não to dizer todos os dias...És muito querida, e so quem te conhece consegue saber e dar valor ao que é uma amizade...Gosto muito de ti.
Lena, foste de quem me aproximei primeiro...és um alguem muito especial...e a próxima vez que fugir de casa, digo-te com
antecedência para juntares mais 3.50 para me emprestares =)És unica...A tua preocupaçao com toda a gente, e esse teu bom humor, fazem de ti uma pessoa espectacular.Só sinto, e não consigo dizer mais nada de ti xuxu. mas tu sabes que eu te amo buedas xD
Madalena...Um simples descer de rua foi suficiente para te abrir o livro, contei-te a minha vida sem sequer me perguntares o nome que já
sabias...Não foi da bebida...Mas senti um à vontade tao grande em ti, que me fez contar-te tudo assim...Não sei se era por eu ser a mais nova do grupo...mas sempre me aconselhas-te, me ajudas-te e me proteges-te, mesmo quando uma
punk maluca me atirou um copo de vidro à cabeça, que como tu dizes...não me matou porque não calhou...tu foste atrás dela...Vias-me mal, preocupada, ou triste...e com um simples sorriso mudavas-me o ser. A tua alegria contagia toda a gente...A tua maneira de estar com a vida...tudo. És de facto uma pessoa extraordinaria e muito especial para mim.Podia dizer inumeras coisas sobre ti, que nunca ninguém conseguiria perceber ao ler isto. So mesmo conhecendo-te.E ao te conhecerem a ti, percebiam, que, Madalena Santa Marta não é apenas uma beta... é sim a minha beta preferida! =)
" Mesmo que a vida mude os nossos sentidos e o mundo nos leve pra longe de nós, e que um dia o tempo pareça perdido...Mesmo assim eu vou gostar sempre muito de ti, e sabes porquê?
as coisas que eu sei, são coisas que eu somente antes não sabia...
Adoro-te, principio de uma grande amizade empilhadora."
Disseram-me uma vez, escrito num papel que serviu de toalha de mesa num dos jantares, de noites que perduram para sempre...
Adoro-vos.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
Seven Seconds Away...

O teu olhar penetrante, esmaga-me o corpo, e a mente, quando te entregas a mim.
Quando brincas comigo...
Quando o dizes...
E quando fazemos amor sem dar conta..
O teu sorriso provoca-me!
De forma tão leve e suave...que chega a doer de tanta ternura...de tanto carinho...
Nunca sei onde estou, e porquê! Perco-me em ti..
Culpo-te!
O teu beijo mata-me a sede...
Dás-me a mão...Dou-te um olhar...
É justo!! Mas não concordas!
Queres mais...sempre mais...
Amo-te assim.
Exigente de ti, e de mim.
Mas humilde em nós...
Faltas-me o ar... Sufocas-me de alegria!
Sufocas-me de paixão..
Asfixias-me de amor...
Nunca morri tão bem..
Dá-me um mimo.
Faz-te minha...!
Perde-me o conhecimento..
Sente o meu paladar..
Toca-me a alma...
Dá-me um sussurro, ou uma brisa do teu ar no meu ouvido..
Põe-me a mão no coração..
Sente-o teu!
Agora beija-me...
Consegues ouvir?
Consegues ver?
Somos nós?..
É uma emoção talvez...
Sentimento certo?
Um arrepio..!
É um quarto sem paredes, numa cama sem colchão...É uma televisão a preto e branco, onde colocas a cor quando mudas de canal..
É um entregar a mim..
É um suspiro de prazer..
É um Amo-te assim..
E sinto o teu transpirar em cada poro do meu corpo...
Abraças-me num pertence.
E gritas sem te fazeres ouvir...
Respondo-te em doces palavras sem me teres perguntado.
És vida em mim..
E torno frases banais, em sentimentos reais, verdadeiros.
Não é um Amo-te assim...
Frágil...
É um Amo-te convicto. Forte. Louco...
Mas certo.
Sempre, é vago...
Eterno?
Eterno é sentido, é vontade..
Eterno és tu.
Eterno sou eu...
Eterno, certo, louco...é o amor que eu sinto por ti...
Hoje.
Amanhã..
Sempre...
Eternamente, eterno.
Amo-te.
quarta-feira, 4 de março de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Caminhei à beira rio, num dia em que nada me parecia completar, nem um pedaço de chocolate que devorei por força...
Tentei perceber o que se passava comigo.
Porque me estou a negar a tudo?...
Porque não me nasce o sorriso?...
O que é que me faz falta?...
Quero viver num sentido...
Quero fugir do perigo...
Quero ficar, onde estava...
Tentei perceber o que se passava comigo.
Porque me estou a negar a tudo?...
Porque não me nasce o sorriso?...
O que é que me faz falta?...
Quero viver num sentido...
Quero fugir do perigo...
Quero ficar, onde estava...
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Do nada surgem-me sempre palavras. Mas pela primeira vez. Correram só lagrimas...Acho que nunca ninguem tinha escrito algo assim para mim...Nao sei se deveria agradecer..Agradeço o facto de existires..Agradeço o facto de me teres amado como amaste. De me teres dado o que deste...De seres o que és..Se eu encontrar a tua menina...Eu dir-lhe-ei isso tudo..Prometo-te...Gosto muito de ti..Obrigada por teres feito o que sempre julguei impossivel..Escrever..Quando aquilo para que nasceste foi, pintar..
Um beijinho..
Um beijinho..
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Eu e tu, diferentes de nós.

Um dia vi-te, senti-me um arrepio, um bater mais forte, senti, um sentir-me estranha.
Uma vez, beijei-te...a medo!
O primeiro beijinho alguma vez dado, com sentimento.
Abraçaste-me, e eu permaneci ali...nos teus braços...
Sabes o que é, sentir que pertences a algum lado?
Pois bem, eu, sem saber nada de nada, pertenci ali...Pertenci-te!
Um tanto ou quanto, para sempre...
Passámos dias em que nem víamos o sol...em que nem ouvimos o tempo lá fora...
Dias em que nem ligávamos a televisão.
Eram dias que eu passava deitada ao teu lado, a olhar-te, e a perceber este sentimento que me era estranho...
E dias, dias que eu passava ao pé de ti, simplesmente sem ter nada para dizer...
Olhavas-me e eu sorria um sorrir envergonhado, que ainda hoje tenho...meramente escondido por vezes.
E eram dias, que eu esperava ansiosamente por ti...
Em que corria para o portão, só para te ver descer as escadas...só para ser a primeira pessoa entre a multidão, a dar-te os bons dias.
Alguns dias, passados no final da tarde, a partilhar momentos, a partilhar vidas.
A tua, bem mais interessante que a minha...Tu dizias-me: - " Em pequena, levei uma sova de um carneiro!"
E eu ficava com uma cara tipo, uau.
E pensava, a mim quem me dava sovas eram os meus pais...
E rias. Talvez da minha expressão. E sem saber, não percebia porquê. Teve piada?
Então, acredita que teve bem mais piada a tua memória, a minha foi banal.
Dias foram passando...
E deixámo-nos levar, pelo sentimento, pelo tempo, pelos dias.
E numa noite diferente das outras, fiz um momento ser especial e como sendo a primeira vez que o ia dizer a sério, perguntei:
- " Queres namorar comigo?"
Foi a valer...foi a sentir!
Foi um, "queres namorar comigo?" quase sem se ouvir...
Era escuro, mas eu vi o brilhozinho no teu olhar e isso deixou-me num êxtase profundo.
Juntas, sobre uma noite de céu estrelado, o calor fazia-se sentir... eu até suava!
Estava ansiosa, nervosa...
Mas nos teus braços senti a calma que precisava ter.
Deste-me tudo o que nesta vida se pode dar...Foste tudo o que nesta vida se pode ser...
Ouviste tudo de toda a gente. Críticas, palavras duras, avisos prévios sobre a minha pessoa.
E hoje, dou-lhes razão. A todos.
Porque eu não te mereço. Não te mereço nem um bocadinho...
Não mereço os teus olhos que só sabiam olhar para mim...Não mereco a tua expressão de felicidade ao veres-me...
Não mereco os sorrisos que te provoquei! Porque a seguir...foi uma lágrima que lá deixei...Duas vezes!
Fizeste, aquilo que ninguém fazia.
Foste forte quando tiveste de ser, choraste quando teve de ser...Mas ergueste-te!
Abriste-me os braços numa altura em que mais precisei. Apoiaste-me.
E quiseste-me de volta...cuidaste, como ninguém.
Depois de tudo, se isto não é amor, então nesta vida tudo é mentira.
Mas eu sei, que apesar da pessoa horrivel que fui para ti, eu sei que amanhã, mesmo sem te ver, tu vais erguer-te novamente!
Passaram 3 meses em que não me dirigiste a palavra nem querias ouvir falar de mim...
3 meses, que todos os dias pensei se estarías bem..
3 meses de saudades da tua pessoa.
E hoje, eu sei que irão passar muitos mais meses, talvez anos.
Culpa minha pensar que sou sempre criança e tenho desculpa por todos os erros que cometo.
Não vou dizer, desta vez perdi-te.
Vou dizer, desta vez, libertei-te de mim...
Porque eu não te faço bem...Eu não te trago a felicidade...
Só lágrimas de sangue...Digo sangue, porque sei que estas te ficam marcadas na pele...
Gostava só que, se conseguires..
Que guardasses um sorriso meu dentro de ti...Dos meus mais sinceros...
Daquela tua menina, como gostavas de me chamar...
Porque eu, vou guardar os teus todos. Vou guardar-te sempre dentro de mim...
Nesta vida, e na próxima...
E vou guardar, todos os teus olhares doces, todas as tuas palavras bonitas, ou mesmo aquelas de atenção.
Vou guardar o teu abraço fechado...
Vou guardar todos os teus beijos. E vou guardar na minha lembrança, a recordação de um fechar de olhos, de uma expressão de carinho, e de um beijo, apaixonado.
Vou guardar-te.
E à beira rio, irei marcar numa pedra, embora já demarcada pelos anos de água a passar, vou marcar a tua pessoa lá, vou marcar a minha pessoa lá, e vou marcar, isto tudo que tivemos e passámos...
Para que nunca se perca, para que nunca se esqueça...
Esta, é a nossa história. Resumida..Mas nossa!
Tem apenas os bons momentos, porque disseram-me que são esses que valem a pena serem recordados.
Um desejo...
A maior sorte do mundo...
Que a vida me leve a ti, talvez um dia, indeterminado...sem data.
Mas que me leve...
E que eu, te veja com aquele sorriso que muda o dia de alguém...
Desculpa não conseguir dar continuidade à nossa história...
Se o erro foi meu, e só meu...perdoa-me...
Um adeus, porque conheço-te, e sei que não é um até amanhã..
Eu nunca te esquecerei..
Gosto muito...muito de ti...
(Sempre disseste que eu não escrevia nada para ti...Espero então, que não tenha sido tarde demais..)
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Ai do vento !

São as saudades que nos trazem as tristezas.
É o passado que nos dá nostalgia.
E é o mar, que tem sempre as marés presas.
Àquela praia onde inventámos a alegria.
São os meus olhos que não guardam o cansaço.
De querer sempre, sempre amar até ao fim.
E toda a vida é um poema que não faço.
Que se pressente na paixão que trago em mim.
Ai do vento, ai do vento.
Que transparece lamentos.
Da minha voz sem te ver.
Ai do mar, seja qual for.
Que me recorda um amor.
E não mo deixa esquecer.
É sempre calma, ou quase sempre a despedida.
É sempre breve, ou quase sempre, a solidão.
E é esta calma que destrói a nossa vida.
E nada é breve nas coisas do coração.
Ai do vento, ai do mar e tudo o mais.
Que assim me arrasta e que me faz viver na margem.
De um rio grande onde navegam os meus ais.
E onde a vida não é mais que uma viagem.
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